Primeiramente, cito que o texto de Fernando Becker é muito feliz ao procurar descrever os modelos epistemológicos mais salientes no meio educacional. A abordagem de sua teoria é clara, descritiva, e nos mostra de forma concisa como somos enquanto alunos e/ou professores, porém creio que não é tão simples caracterizar um profissional do ensino. Vejo que estas abordagens servem ao mesmo profissional em diferentes momentos. A ênfase dada por Becker ao primeiro modelo faz parecer que este é um modelo arcaico, penoso ao aluno, mas será mesmo? Será que muitos alunos não esperam, exatamente, que alguém lhes conduza, que lhes chamem a atenção como forma de serem percebidos pelo meio? Devemos observar o ambiente de ensino para entender melhor cada metodologia. O segundo modelo, comentado no texto, parece inadequado ao ensino formal, mas será que alunos prodígio em determinadas áreas do conhecimento não teriam certas vantagens... terceiro modelo, idealizado por nós, parece mesmo muito bom e aplicável a maioria dos ambientes, mas devemos entender que o processo de ensino sempre será transitório. Estamos revendo o processo de ensino e adequando cada etapa, em cada fase de desenvolvimento do ser humano, e como toda a evolução, as teorias não podem ser impostas. Na verdade, as teorias estão aí para explicar o que de fato ocorre e, os homens em sua busca feroz pela melhoria na qualidade de vida e de ensino/aprendizagem devem observar que a transição entre suas epistemologias dá-se na forma de zigue-zague, isto é, avançamos buscando melhorar e retrocedemos para buscar o que de bom foi deixado para trás.
domingo, 5 de abril de 2009
Primeiramente, cito que o texto de Fernando Becker é muito feliz ao procurar descrever os modelos epistemológicos mais salientes no meio educacional. A abordagem de sua teoria é clara, descritiva, e nos mostra de forma concisa como somos enquanto alunos e/ou professores, porém creio que não é tão simples caracterizar um profissional do ensino. Vejo que estas abordagens servem ao mesmo profissional em diferentes momentos. A ênfase dada por Becker ao primeiro modelo faz parecer que este é um modelo arcaico, penoso ao aluno, mas será mesmo? Será que muitos alunos não esperam, exatamente, que alguém lhes conduza, que lhes chamem a atenção como forma de serem percebidos pelo meio? Devemos observar o ambiente de ensino para entender melhor cada metodologia. O segundo modelo, comentado no texto, parece inadequado ao ensino formal, mas será que alunos prodígio em determinadas áreas do conhecimento não teriam certas vantagens... terceiro modelo, idealizado por nós, parece mesmo muito bom e aplicável a maioria dos ambientes, mas devemos entender que o processo de ensino sempre será transitório. Estamos revendo o processo de ensino e adequando cada etapa, em cada fase de desenvolvimento do ser humano, e como toda a evolução, as teorias não podem ser impostas. Na verdade, as teorias estão aí para explicar o que de fato ocorre e, os homens em sua busca feroz pela melhoria na qualidade de vida e de ensino/aprendizagem devem observar que a transição entre suas epistemologias dá-se na forma de zigue-zague, isto é, avançamos buscando melhorar e retrocedemos para buscar o que de bom foi deixado para trás.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
PROJETOS DE APRENDIZAGEM
Após a aula do Seminário Integrador VI, com apresentações de alguns projetos de aprendizagem e após comentários referentes aos mesmos e os demais construidos no eixo passado, ma sinto mais exclarecida em relação ao mesmo, porém ainda tenho muitas dúvidas e receio em trabalhar com esta proposta em sala de aula com meus alunos, acretito que pelo fato de ser trabalhada durante muito tempo com modelos tradicionais. É difícil ser" responsável"pela própria aprendizagem,como aluna sempre tive os professores como os retentores do saber,e os mesmos já vinham com listagens de conteúdos que deveriam ensinar,então conhecer o trabalho com PAs é desafiador,pois neste eu escolho o que quero aprender e busco estas informações. Tudo isso me lembra a aula que a professora Marie jane e Nadia desenvolveram em relação de como trabalhar a partir das curiosidades e perguntas dos alunos. No primeiro momento foi impactuoso, quase que impossível, porém a própria pratica esta revelando que é justamente ao contrário. A aula torna-se muito mais prazeirosa e atraente, é claro que sei que estou longe da perfeição, mas acretido que estou no caminho certo.
quinta-feira, 19 de março de 2009

terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Reflexão sobre o Projeto de Aprendizagem
Foi muito bom trabalhar com o Projeto de Aprendizagem. No início nosso grupoiria trabalhar com o tema "A descoberta da fotográfia", mas logo percebemos que era uma pergunta muito obvia, com respostas prontas, foi ai que percebi que o projeto que estavamos desenvolvendo era dieferente do que costumava desenvolver. Este projeto partiu de mim a curiosidade sobre o assunto, e a cada avanço eu repensava sobre meu trabalho com meus alunos.
Pensando na minha prática pedagógica, percebi que o objetivo deste tipo de trabalho é proporcionar aos educandos a possibilidade de escolher o assunto que gostariam de aprender, desenvolver o hábito da pesquisa e investigação além de interagir em ambientes informatizados, sentindo-se motivados a desenvolver a pesquisa de forma interdisciplinar e cooperativa. Foi muito bom aprender essa nova forma de trabalhar com projetos, pois o Projeto de Aprendizagem é desenvolvido a partir das dúvidas dos alunos e do que eles realmente querem aprender.
Rubem Alves
Sem sombra de duvidas este semestre, como nos demais, só contribuiu para o crescimento de minha aprendizagem. Foi um semestre de muitas leituras e reflexão voltada para a realidade de nossas escolas, e que para termos uma escola de qualidade precisamos trazer cada vez mais os pais para que participem da gestão escolar.
Fazendo a analise do que foi este eixo V e comparando com o semestre passado, principalmente enfocado para a analise do Plano Individual de Estudos, pude constatar que a cada eixo há novas aprendizagens, e cada vez acho que estou ficando mais crítica, com mais facilidades de interpretar os textos, de usar os recursos oferecidos pela informática. Meus objetivos foram os seguintes:
- Compreender as ferramentas tecnológicas utilizadas por este curso, assim tornando meu trabalho mais complementado e de fácil manejo.
- Adquirir novos conhecimentos para poder posicionar-me diante de situações imprevistas que venha a surgir com os alunos em sala de aula, pais e colegas de trabalho, na construção de toda parte burocrática, administrativa e pedagógica da escola.
-Adquirir maior noção sobre os principais teóricos da educação, assim, qualificando minha prática docente e a aplicação dos conteúdos escolares.
Sei que alguns dos objetivos traçados são ao longo prazo para serem atingidos, porém, posso dizer que a ferramentas tecnológicas utilizadas neste semestre, foram novidades, e bem aproveitadas.
Aprendi a construir uma linha do tempo no programa x time line, construí um mapa conceitual no programa Cmap tools, fiz slides sozinha e descobri outras ferramentas dentro deste programa que eu ainda não conhecia, agora estou aprendendo a usar o editor de texto versão 2007, também já descobri muita coisa e tenho ainda muito o que aprender sobre todos essas ferramentas tecnológicas.
Outro aprendizado muito importante foi sobre a questão da organização do tempo. Organizei melhor meu tempo com os afazeres doméstico, como por exemplo; lavar as roupas um dia sim o outro não; ir à minha mãe só aos finais de semana, ou quando estou com muita saudade, antes eu ia quase todos os dias; faço uma limpeza maior na casa em sexta-feira, pois sábado e domingo são os dias que gosto mais de tirar um tempo para estudar; e principalmente me policiei em não perder tanto tempo na internet, pois para mim é uma tentação.
Sei que estou melhorando a cada semestre, e estou atingindo meus objetivos. Tudo tem o seu tempo, tudo acontece na hora certa.
domingo, 9 de novembro de 2008

MENSAGEM DE PAULO FREIRE