
sábado, 23 de maio de 2009


Realizei a aplicação do Método Clínico Conservação de líquidos juntamente com a colega Andréia Mengue,com uma aluna da quarta série, ela tem nove anos de idade.
Dentre os aspectos utilizados para a aplicação desta atividade consideramos que a escolha do ambiente foi adequada, pois proporcionou a aluna confiança e segurança para que ela pudesse desenvolver as questões relacionadas ao método.
Percebemos que ficamos muito presa ao roteiro que tínhamos em mãos, assim não questionamos a criança além do que estava sugerido, portanto, deixamos de explorar esses questionamentos e assim deixando de colher mais dados e informações que a crianças poderia oferecer.
No primeiro momento quando a criança percebeu os copos com água, ela transmitiu para nós segurança e certeza de que tinha conhecimento sobre aquilo e já sabia do que se tratava principalmente depois da primeira pergunta que foi: os dois copos tem a mesma quantidade de líquido? E ela disse que sim e antes mesmo de realizar a segunda pergunta, ela disse que se colocasse a água no terceiro copo ela iria ter a mesma quantidade de líquido, portanto, chegamos a conclusão que ela tinha conhecimento daquilo que estava falando. E nós como experimentadoras aceitamos esta certeza que criança nos passou perante suas respostas dadas.
Então, podemos concluir que criança entrevistada encontra-se no estágio Operatório Concreto, pois apresentou em toda a aplicação características próprias desta fase como: noções de tempo, espaço, velocidade, ordem, casualidade, já sendo capaz de relacionar diferentes aspectos e abstrair dados da realidade.
domingo, 5 de abril de 2009
Primeiramente, cito que o texto de Fernando Becker é muito feliz ao procurar descrever os modelos epistemológicos mais salientes no meio educacional. A abordagem de sua teoria é clara, descritiva, e nos mostra de forma concisa como somos enquanto alunos e/ou professores, porém creio que não é tão simples caracterizar um profissional do ensino. Vejo que estas abordagens servem ao mesmo profissional em diferentes momentos. A ênfase dada por Becker ao primeiro modelo faz parecer que este é um modelo arcaico, penoso ao aluno, mas será mesmo? Será que muitos alunos não esperam, exatamente, que alguém lhes conduza, que lhes chamem a atenção como forma de serem percebidos pelo meio? Devemos observar o ambiente de ensino para entender melhor cada metodologia. O segundo modelo, comentado no texto, parece inadequado ao ensino formal, mas será que alunos prodígio em determinadas áreas do conhecimento não teriam certas vantagens... terceiro modelo, idealizado por nós, parece mesmo muito bom e aplicável a maioria dos ambientes, mas devemos entender que o processo de ensino sempre será transitório. Estamos revendo o processo de ensino e adequando cada etapa, em cada fase de desenvolvimento do ser humano, e como toda a evolução, as teorias não podem ser impostas. Na verdade, as teorias estão aí para explicar o que de fato ocorre e, os homens em sua busca feroz pela melhoria na qualidade de vida e de ensino/aprendizagem devem observar que a transição entre suas epistemologias dá-se na forma de zigue-zague, isto é, avançamos buscando melhorar e retrocedemos para buscar o que de bom foi deixado para trás.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
PROJETOS DE APRENDIZAGEM
Após a aula do Seminário Integrador VI, com apresentações de alguns projetos de aprendizagem e após comentários referentes aos mesmos e os demais construidos no eixo passado, ma sinto mais exclarecida em relação ao mesmo, porém ainda tenho muitas dúvidas e receio em trabalhar com esta proposta em sala de aula com meus alunos, acretito que pelo fato de ser trabalhada durante muito tempo com modelos tradicionais. É difícil ser" responsável"pela própria aprendizagem,como aluna sempre tive os professores como os retentores do saber,e os mesmos já vinham com listagens de conteúdos que deveriam ensinar,então conhecer o trabalho com PAs é desafiador,pois neste eu escolho o que quero aprender e busco estas informações. Tudo isso me lembra a aula que a professora Marie jane e Nadia desenvolveram em relação de como trabalhar a partir das curiosidades e perguntas dos alunos. No primeiro momento foi impactuoso, quase que impossível, porém a própria pratica esta revelando que é justamente ao contrário. A aula torna-se muito mais prazeirosa e atraente, é claro que sei que estou longe da perfeição, mas acretido que estou no caminho certo.
quinta-feira, 19 de março de 2009

terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Reflexão sobre o Projeto de Aprendizagem
Foi muito bom trabalhar com o Projeto de Aprendizagem. No início nosso grupoiria trabalhar com o tema "A descoberta da fotográfia", mas logo percebemos que era uma pergunta muito obvia, com respostas prontas, foi ai que percebi que o projeto que estavamos desenvolvendo era dieferente do que costumava desenvolver. Este projeto partiu de mim a curiosidade sobre o assunto, e a cada avanço eu repensava sobre meu trabalho com meus alunos.
Pensando na minha prática pedagógica, percebi que o objetivo deste tipo de trabalho é proporcionar aos educandos a possibilidade de escolher o assunto que gostariam de aprender, desenvolver o hábito da pesquisa e investigação além de interagir em ambientes informatizados, sentindo-se motivados a desenvolver a pesquisa de forma interdisciplinar e cooperativa. Foi muito bom aprender essa nova forma de trabalhar com projetos, pois o Projeto de Aprendizagem é desenvolvido a partir das dúvidas dos alunos e do que eles realmente querem aprender.
Rubem Alves