Estive visitando o eixo 3, e relembrando alguns aspectos abordados neste semestre, destaco aqui a interdisciplina “Ludicidade e Educação”.
Durante todos estes anos de atividade docente, inclusive no meu estágio sempre me preocupei com o brincar na sala de aula, pois muitas vezes nestas atividades é que os alunos se envolvem e provam que são capazes.
Segundo a psicopedagoga Tânia Ramos Fortuna “Uma das característica da ludicidade é exatamente o quanto ela nos conecta conosco e com o mundo, pintando com tons a importância a tudo o que nos cerca.
O brincar é fundamental para o desenvolvimento do ser humano. Por intermédio da relação com o brinquedo, a criança desenvolve a afetividade, a criatividade, a capacidade de raciocínio e o entendimento com o mundo.
Neste contexto é fundamental que a professora proporcione atividades lúdicas aos seus alunos, por que mais do que ser uma atividade espontânea e natural, o brincar favorece o desenvolvimento e a aprendizagem a pessoa que brinca.
Como disse Tânia Fortuna “uma aula lúdica, que consegue estabelecer um clima de desafio, de surpresa e mistério para quem aprende e para quem ensina, é uma aula que contribui para a aprendizagem afetiva deste aluno.”
É de suma importância que o professor proporcione a utilização das brincadeiras e dos jogos no processo pedagógico, pois os conteúdos podem ser trabalhados por intermédio de atividades lúdicas contribuindo, dessa forma, para o crescimento da criança, de forma prazerosa e criativa, numa proporção que tornara estes momentos mais significativos para sua vida.
No meu TCC o que quero mostrar é puramente esta prática diferenciada, baseada na concepção de que os alunos podem aprender de maneira autônoma, partindo de seu interesse e contextualizando conceitos escolares num mundo de brincadeira e imaginação que lhes pertence. Um exemplo bem real são as atividades de matemática, que uma vez transformadas em jogos, todos alcançam objetivos de forma “natural”, e a aprendizagem é uma construção verdadeira.
sábado, 9 de outubro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Revendo o Segundo eixo do curso - 2006/2
No segundo eixo do curso estudamos as seguintes interdisciplinas
I - Desenvolvimento e Aprendizagem sob o Enfoque da Psicologia
II - Escolarização, Espaço e Tempo na Perspectiva Histórica
III - Fundamentos da Alfabetização
IV - Seminário Integrador II
V - Infâncias de 0 a 10 Anos
Após rever as interdisciplinas do eixo 2, selecionei e reli alguns textos, porém o que mais me chamou atenção foi sobre a alfabetização. Com o mundo globalizado e informatizado em que vivemos, sabemos que nossas crianças chegam a escola com uma” leitura de mundo que antecede a leitura da escola”.Os alunos chegam na escola com uma rica “bagagem” referente a aprendizagens diversas, pois o mundo é uma rica escola e muitos alunos chegam demonstrando conhecer letras, palavras, símbolos. Também recebemos alunos que não tem este conhecimento “da leitura de mundo”e devemos estar prontas para recebe-los, pois existem alunos que se apresentam em diversos níveis de aprendizagem. E para este desafio de termos alunos em diferentes níveis de aprendizagem temos que estar preparados,devemos ter em nossa sala de aula muitos livros, textos, gibis, jornais, revistas, etc..devemos fazer com que os alunos tenham contado direto com a leitura. Acredito que “aprender brincando” é maneira mais gostosa de se aprender e de se alfabetizar.
I - Desenvolvimento e Aprendizagem sob o Enfoque da Psicologia
II - Escolarização, Espaço e Tempo na Perspectiva Histórica
III - Fundamentos da Alfabetização
IV - Seminário Integrador II
V - Infâncias de 0 a 10 Anos
Após rever as interdisciplinas do eixo 2, selecionei e reli alguns textos, porém o que mais me chamou atenção foi sobre a alfabetização. Com o mundo globalizado e informatizado em que vivemos, sabemos que nossas crianças chegam a escola com uma” leitura de mundo que antecede a leitura da escola”.Os alunos chegam na escola com uma rica “bagagem” referente a aprendizagens diversas, pois o mundo é uma rica escola e muitos alunos chegam demonstrando conhecer letras, palavras, símbolos. Também recebemos alunos que não tem este conhecimento “da leitura de mundo”e devemos estar prontas para recebe-los, pois existem alunos que se apresentam em diversos níveis de aprendizagem. E para este desafio de termos alunos em diferentes níveis de aprendizagem temos que estar preparados,devemos ter em nossa sala de aula muitos livros, textos, gibis, jornais, revistas, etc..devemos fazer com que os alunos tenham contado direto com a leitura. Acredito que “aprender brincando” é maneira mais gostosa de se aprender e de se alfabetizar.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Tecnologia na educação
A inclusão das mídias nas escolas no momento que iniciou causou certo constrangimento, principalmente por parte de nós professores de como utilizá-las em nossas aulas. Antes dos computadores, nós utilizávamos a TV, o vídeo, o cinema, o som, porém de forma que o educando atuava como um ser passivo no processo de ensino aprendizagem, centrado na mera transmissão de conteúdos por parte de nós, professores.
Com o crescimento e desenvolvimento das tecnologias em todas as áreas da sociedade, a escola não poderia ficar para traz, também teve a necessidade de enquadrar-se nos moldes das novas formas de informação e comunicação que os mesmos proporcionam, a interação com o mundo. Porém, os reajustes necessários não ficam somente nas trocas de tecnologias, foi preciso inovar o processo de ensino-aprendizagem. É preciso uma nova postura de nós professores, um novo olhar sobre o aluno e sua condição de apropriar-se de seu conhecimento, onde o professor deixa de ter o papel centralizador de transmissor, assumindo uma postura de mediador.
Esta experiência vivenciei no estágio e com a longa caminhada de curso, onde tive a oportunidade de me aperfeiçoar e apropriar do uso da tecnologia, também com o uso de uma nova metodologia de trabalho que são os Projetos de Aprendizagem. Portanto, posso confirmar que muitas mudanças ocorreram e contribuíram para aprimorar minha prática. No início do curso lembro que pouco sabia sobre computador, agora procuro usar ao máximo em minhas aulas, na contribuição da construção do conhecimento de meus alunos e no meu uso diário, tanto para meu crescimento pessoal e profissional.
Com o crescimento e desenvolvimento das tecnologias em todas as áreas da sociedade, a escola não poderia ficar para traz, também teve a necessidade de enquadrar-se nos moldes das novas formas de informação e comunicação que os mesmos proporcionam, a interação com o mundo. Porém, os reajustes necessários não ficam somente nas trocas de tecnologias, foi preciso inovar o processo de ensino-aprendizagem. É preciso uma nova postura de nós professores, um novo olhar sobre o aluno e sua condição de apropriar-se de seu conhecimento, onde o professor deixa de ter o papel centralizador de transmissor, assumindo uma postura de mediador.
Esta experiência vivenciei no estágio e com a longa caminhada de curso, onde tive a oportunidade de me aperfeiçoar e apropriar do uso da tecnologia, também com o uso de uma nova metodologia de trabalho que são os Projetos de Aprendizagem. Portanto, posso confirmar que muitas mudanças ocorreram e contribuíram para aprimorar minha prática. No início do curso lembro que pouco sabia sobre computador, agora procuro usar ao máximo em minhas aulas, na contribuição da construção do conhecimento de meus alunos e no meu uso diário, tanto para meu crescimento pessoal e profissional.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
TCC
Após o estágio cheio de novas descobertas, e uma experiência impar, estou focada na conclusão do TCC. Foram muitas as aprendizagens, porém, a que refleti mais foi em relação a nova prática de trabalho, onde percebi claramente o entusiasmo, a participação e interação do educando n caminhada do processo de construção do conhecimento, beneficiada por uma prática inovadora. Então, quando fui elaborar o relatório de estágio já elenquei como pergunta central “Projeto de aprendizagem na construção do conhecimento”, porém, depois da primeira aula de orientação com a supervisora Marie Jane e Juliana, ambas sugeriram que reformulasse a pergunta, pois, estava muito ampla. Após muita reflexão a pergunta ficou elaborada da seguinte maneira “Como os Projetos de Aprendizagem podem proporcionar uma prática diferenciada”. Mas novamente terei que refazer, pois a tutora Juliana achou que "prática diferenciada" esta muito ampla. No momento ela mencionou que era para ficar assim e me focar mais na leitura dos autores e de artigos.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Projeto de Aprendizagem
Os grupos se reuniram, e trabalhei de forma individual com cada grupo, foi muito produtivo e pude perceber melhor como os trabalhos estavam se encaminhando. Conversei com os integrantes de cada grupo onde fizemos uma analise para perceber se as perguntas secundárias e a principal estavam respondidas.
Foi muito interessante esta retomada com cada grupo, neste momento podemos perceber com mais clareza o que realmente cada um tinha de material e se os mesmos estavam respondendo suas perguntas. O grupo que está trabalhando sobre os terremotos estavam convictos que suas perguntas estavam todas respondidas, só que ao ler as perguntas e a primeira síntese perceberam que nem todas estavam respondidas e mais importante, eles estavam afirmando que no Brasil não ocorre terremotos por que não tem placas tectônicas, só que os mesmos se contradizem com a descoberta do primeiro terremoto que ocorreu no Brasil. Então fiz alguns questionamentos e eles compreenderam a incoerência que tinham cometido. E desta conversa surgirm mais dúvidas, e a certeza que eles tinham elencado passou a se tornar uma dúvida. No trabalho com PAs “o estudante torna-se produtor de conhecimento, abrem-se possibilidades dele se integrar a uma rede de autores, ao invés de um mero consumidor” (CARVALHO, Marie Jane Soares [et al]).
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Reflexão
Trabalhar com os PAs está sendo uma conquista muito grande e inovadora, todos os dias antes mesmo de entrar na sala os alunos perguntam se é para formar os grupos, a emporgação e animação da turma é muito grande, e mais legal de tudo é perceber que eles pedem para trabalhar em cima das pesquisas não no sentido de se reunir só para conversar, bagunçar ou matar tempo, eles produzem mesmo, eles mostram interesse e prazer em realizar o trabalho. Realizando este trabalho me sinto uma professora que está proporcionando oportunidades para o crescimento e desenvolvimento de seus alunos, Rubem Alves dis que“Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas. Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o vôo. Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em vôo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o vôo, isso elas não podem fazer, porque o vôo já nasce dentro dos pássaros. O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado."
terça-feira, 1 de junho de 2010
Projetos de Aprendizagem
Quanto iniciei meu estágio achei muito difícil trabalhar com projetos de aprendizagem. Esta proposta é inovadora, desafiadora, mas agora que estou com ela em andamento estou percebendo o quando ele é uma ótima ferramenta onde abre um leque grande de conteúdos. Estes conteúdos não são determinados por mim eles surgem das descobertas e pesquisas que os alunos vão realizando e descobrindo perante o tema escolhido.
No início fui bem resistente para trabalhar com os PAs, não sabia por onde começar, até que um dia minha turma foi visitar um trabalho realizado sobre os primeiros moradores da comunidade de Alegrete. Foi uma visita incrível com um trabalho muito bem construído. Então voltamos para sala e começamos a falar sobre o mesmo e meus alunos ficaram motivados a fazer um trabalho de pesquisa referente aquele com a comunidade de Três Cachoeiras. Tudo certo, então pedi para eles listar as dúvidas e as certezas que eles tinham em relação a nossa comunidade. Só que nesse primeiro momento percebi que meus alunos estavam presos ao trabalho que tinham visto sobre a outra comunidade, então depois de algumas tentativas percebi que o projeto não decolava e mais uma vez estava eu desmotivada e sem nem uma empolgação para desenvolver o PA.
Só que as coisas tomaram um rumo diferente, num chat com a supervisora Marie Jane eu contei o que estava acontecendo, então ela me sugeriu que eu iniciasse outros PAs com outras curiosidades que os alunos apresentassem. Foi o que eu fiz, um dia pedi para eles escrevessem suas curiosidades numa folha de papel, e destas curiosidades formaram-se cinco grupos: Como forma os terremotos; Dois grupos sobre Animais em extinção; e mais dois sobre De onde vieram os dinossauros.
Agora estou com os PAs em desenvolvimento, a turma toda esta adorando seus trabalhos, todos se dedicando, entusiasmados com os trabalhos, todos os dias perguntam se vamos trabalhar com os PAs, enfim estou muito contente por ter acreditado e superado minhas angústias e medos.
No início fui bem resistente para trabalhar com os PAs, não sabia por onde começar, até que um dia minha turma foi visitar um trabalho realizado sobre os primeiros moradores da comunidade de Alegrete. Foi uma visita incrível com um trabalho muito bem construído. Então voltamos para sala e começamos a falar sobre o mesmo e meus alunos ficaram motivados a fazer um trabalho de pesquisa referente aquele com a comunidade de Três Cachoeiras. Tudo certo, então pedi para eles listar as dúvidas e as certezas que eles tinham em relação a nossa comunidade. Só que nesse primeiro momento percebi que meus alunos estavam presos ao trabalho que tinham visto sobre a outra comunidade, então depois de algumas tentativas percebi que o projeto não decolava e mais uma vez estava eu desmotivada e sem nem uma empolgação para desenvolver o PA.
Só que as coisas tomaram um rumo diferente, num chat com a supervisora Marie Jane eu contei o que estava acontecendo, então ela me sugeriu que eu iniciasse outros PAs com outras curiosidades que os alunos apresentassem. Foi o que eu fiz, um dia pedi para eles escrevessem suas curiosidades numa folha de papel, e destas curiosidades formaram-se cinco grupos: Como forma os terremotos; Dois grupos sobre Animais em extinção; e mais dois sobre De onde vieram os dinossauros.
Agora estou com os PAs em desenvolvimento, a turma toda esta adorando seus trabalhos, todos se dedicando, entusiasmados com os trabalhos, todos os dias perguntam se vamos trabalhar com os PAs, enfim estou muito contente por ter acreditado e superado minhas angústias e medos.
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