quarta-feira, 17 de junho de 2009
EDUCAÇÃO ESPECIAL
Sem contar que alguns professores de ensino relutam contra a entrada de alunos com deficiência nas escolas e hoje insistem para que as escolas especiais declarem a deficiência para receber o aluno indesejado na escola comum.Nos deparamos com a inclusão escolar discutida e decantada acerca da classe comum como o espaço propício para ocorrência da inclusão. Será? Quantos são os resultados obtidos para se afirmar tal prerrogativa?
Quantas pessoas com deficiência mental foram consultadas para saber sua opinião sobre o lugar onde gostariam de estudar e que sentido tem para elas estudar na classe comum, na escola especial ou na classe especial e o apoio das salas de recursos e do ensino itinerante?
Quantas famílias foram consultadas a esse respeito e que conhecimento elas têm desses serviços? E as escolas e professores foram ouvidos a esse respeito e onde está o resultado dessa pesquisa?A comunidade educacional foi ouvida, consultada, teve participação nos processos decisórios a respeito das normas, recomendações, pareceres, propostas curriculares, determinações a respeito da escola inclusiva?
Todos na escola e inclusão já para todos, uma pergunta se impõe: com que condições de ensino e aprendizagem? Até mais...
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Projetos de Aprendizagem

REFLEXÃO
sábado, 23 de maio de 2009

O CLUBE DO IMPERADOR
O filme O Clube do Imperador conta à história de um colégio interno para rapazes onde um professor, Hundert, é apaixonado pela sua disciplina de História, e usa personagens históricos como exemplos para moldar a personalidade dos alunos com atitudes corretas, honestas e verdadeiras. Mas no decorrer do filme surgem alguns conflitos morais que abalam o professor.Este filme é excelente para refletirmos na nossa prática como educadores. Na história ficam claros os questionamentos que o professor se fez por ferir todos seus príncipios de ética, por acreditar que poderia contribuir para a formação de um cidadão melhor. Até que ponto, nós professores, podemos influenciar no caráter e nas atitudes dos nossos alunos?Uma boa educação como um bom educador na prática, não gira em torno de regras rígidas e nem com a preocupação desvairada com a absolvição de informações como se o aluno fosse apenas um recipiente, passivo e sim valores determinantes para um progresso de uma sociedade, pois todos os modelos de educadores como as estruturas de educação deixam rastros e marcas no intimo de cada aluno, seja para o bem como para o mal, podendo facilitar ou dificultar a aprendizagem do aluno. Todos, segundo Paulo Freire, devem ter a consciência da importância da escola e do educador na formação de cidadãos conscientes de suas responsabilidades sociais. Especificamente na situação do professor Hundert, o fato de ter dado uma oportunidade a um aluno desacreditado e arrogante na esperança de uma mudança pode até parecer correta, porém se analisarmos que implica numa negligenciação de uma atitude ética, no momento em que nega ao verdadeiro vencedor, o seu prêmio, incorre em erro, pois outras formas poderiam ser adotadas sem o comprometimento de outros.


Realizei a aplicação do Método Clínico Conservação de líquidos juntamente com a colega Andréia Mengue,com uma aluna da quarta série, ela tem nove anos de idade.
Dentre os aspectos utilizados para a aplicação desta atividade consideramos que a escolha do ambiente foi adequada, pois proporcionou a aluna confiança e segurança para que ela pudesse desenvolver as questões relacionadas ao método.
Percebemos que ficamos muito presa ao roteiro que tínhamos em mãos, assim não questionamos a criança além do que estava sugerido, portanto, deixamos de explorar esses questionamentos e assim deixando de colher mais dados e informações que a crianças poderia oferecer.
No primeiro momento quando a criança percebeu os copos com água, ela transmitiu para nós segurança e certeza de que tinha conhecimento sobre aquilo e já sabia do que se tratava principalmente depois da primeira pergunta que foi: os dois copos tem a mesma quantidade de líquido? E ela disse que sim e antes mesmo de realizar a segunda pergunta, ela disse que se colocasse a água no terceiro copo ela iria ter a mesma quantidade de líquido, portanto, chegamos a conclusão que ela tinha conhecimento daquilo que estava falando. E nós como experimentadoras aceitamos esta certeza que criança nos passou perante suas respostas dadas.
Então, podemos concluir que criança entrevistada encontra-se no estágio Operatório Concreto, pois apresentou em toda a aplicação características próprias desta fase como: noções de tempo, espaço, velocidade, ordem, casualidade, já sendo capaz de relacionar diferentes aspectos e abstrair dados da realidade.
domingo, 5 de abril de 2009
Primeiramente, cito que o texto de Fernando Becker é muito feliz ao procurar descrever os modelos epistemológicos mais salientes no meio educacional. A abordagem de sua teoria é clara, descritiva, e nos mostra de forma concisa como somos enquanto alunos e/ou professores, porém creio que não é tão simples caracterizar um profissional do ensino. Vejo que estas abordagens servem ao mesmo profissional em diferentes momentos. A ênfase dada por Becker ao primeiro modelo faz parecer que este é um modelo arcaico, penoso ao aluno, mas será mesmo? Será que muitos alunos não esperam, exatamente, que alguém lhes conduza, que lhes chamem a atenção como forma de serem percebidos pelo meio? Devemos observar o ambiente de ensino para entender melhor cada metodologia. O segundo modelo, comentado no texto, parece inadequado ao ensino formal, mas será que alunos prodígio em determinadas áreas do conhecimento não teriam certas vantagens... terceiro modelo, idealizado por nós, parece mesmo muito bom e aplicável a maioria dos ambientes, mas devemos entender que o processo de ensino sempre será transitório. Estamos revendo o processo de ensino e adequando cada etapa, em cada fase de desenvolvimento do ser humano, e como toda a evolução, as teorias não podem ser impostas. Na verdade, as teorias estão aí para explicar o que de fato ocorre e, os homens em sua busca feroz pela melhoria na qualidade de vida e de ensino/aprendizagem devem observar que a transição entre suas epistemologias dá-se na forma de zigue-zague, isto é, avançamos buscando melhorar e retrocedemos para buscar o que de bom foi deixado para trás.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
PROJETOS DE APRENDIZAGEM
Após a aula do Seminário Integrador VI, com apresentações de alguns projetos de aprendizagem e após comentários referentes aos mesmos e os demais construidos no eixo passado, ma sinto mais exclarecida em relação ao mesmo, porém ainda tenho muitas dúvidas e receio em trabalhar com esta proposta em sala de aula com meus alunos, acretito que pelo fato de ser trabalhada durante muito tempo com modelos tradicionais. É difícil ser" responsável"pela própria aprendizagem,como aluna sempre tive os professores como os retentores do saber,e os mesmos já vinham com listagens de conteúdos que deveriam ensinar,então conhecer o trabalho com PAs é desafiador,pois neste eu escolho o que quero aprender e busco estas informações. Tudo isso me lembra a aula que a professora Marie jane e Nadia desenvolveram em relação de como trabalhar a partir das curiosidades e perguntas dos alunos. No primeiro momento foi impactuoso, quase que impossível, porém a própria pratica esta revelando que é justamente ao contrário. A aula torna-se muito mais prazeirosa e atraente, é claro que sei que estou longe da perfeição, mas acretido que estou no caminho certo.